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Sábado, 14 de Fevereiro de 2009

EB1 DE NOVA E CENTRO DE FIGUEIRAS

 

Cá estamos nós para partilhar mais um excelente trabalho desenvolvido no âmbito do Projecto "Música e Leitura na Mesma Partitura. Desta vez falamos da EB1 de Nova e Centro de Figueiras.

 

Muitos parabéns a todos pelas histórias e desenhos que nos enviaram!

 

Resumo da história “A Moça Tecelã”
Figueiras, 6 de Novembro de 2008
A Moça Tecelã

Era uma vez uma menina que tecia tapetes. O que ela tecia aparecia, se ela tivesse fome, tecia um peixe, se tivesse sede tecia um copo de leite e se quisesse que o Sol brilhasse, ia buscar linha de ouro e tecia o Sol.
Um dia ela sentiu-se muito sozinha e resolveu tecer um homem. Ela fez o homem e quando acabou de o tecer, ele bateu à porta. Depois foram dormir quando acordaram o homem descobriu o poder do tear e pediu à mulher:
-Quero ter uma casa maior.
A menina teceu a casa. Quando foram dormir o homem sonhou ter um palácio. Enquanto ela só pensava em ter filhos, o homem só pensava em casas e muitas coisas mais. Logo de manhã disse:
-Quero ter um palácio!
A menina teceu um palácio e demorou meses e dias. Mas o homem ainda queria
mais coisas, queria cavalos, carruagens, empregados e a menina teceu isso tudo, passava os seus dias a tecer. Até que um dia sentiu saudades de estar novamente sozinha. Ela descalçou-se e durante a noite foi á torre do palácio onde se encontrava o tear e começou a desfazer tudo o que tinha construído. Começou a desfazer os criados, os cavalos, as carruagens, o palácio. O homem começou a ver os seus sapatos a desaparecer, o seu corpo e o seu chapéu. A moça ficou novamente sozinha na sua pequena casa e viveu feliz para sempre.

Resumo realizado por
Ana, Jéssica e Gisela


 

 

História inventada pelos alunos das EB1 de Nova e Centro de Figueiras. A partir do livro os alunos da EB1 de Centro de Figueiras inventaram a primeira parte.

A Pastilha Mágica

Um dia o Tiago foi à loja da Albertina comprar uma pastilha elástica com sabor a morango.
A pastilha era muito saborosa, parecia diferente das outras, porque o sabor nunca acabava.
O Tiago soprou na pastilha e fez uma bola gigante. A bola voou para o céu e o Tiago correu atrás dela. A bola transformou-se num balão. Em seguida o balão vermelho transformou-se numa maçã vermelha que se pendurou numa macieira. Mas a maçã caiu com o vento. Quando caiu na relva transformou-se numa linda borboleta vermelha. A borboleta voou muito alto. Depois foi para um campo florido e transformou-se numa bonita papoila.

 

 

 

Continuação da história pelos alunos da EB1 Nova de Figueiras

Depois veio um coelho, atraído pelo cheiro a morango da papoila, de boca aberta para a comer, quando ouviu:
-Bzz, bzz – era uma abelha pronta para tirar o pólen da papoila!
De repente a papoila transformou-se num gato.
Assustados com o que viram, fugiu o coelho para um lado e a abelha para o outro. O gato curioso como todos os gatos, correu atrás do coelho, até que o conseguiu alcançar e perguntou – lhe:
- Porque fugiste?
- Eu fugi porque me assustei quando tu te transformaste em gato.
- Desculpa, mas pensei que me ias comer.
- Eu só te queria cheirar. É que eu adoro o cheiro a morango.
Eles estavam perto do mar, passou um carro com tanta velocidade que com o vento que se formou o gato caiu para o mar. Como não conseguia respirar transformou – se num peixe. Os peixes gostam dos iscos dos pescadores e ele logo que viu um foi para lá comer. Quando ia comer espetou – se na cana de pesca. Como o pescador estava a dormir não sentiu nada. O peixe transformou-se num pássaro e foi para muito longe dali.
Quando deu por si já estava num deserto muito quente, sem água e o pior é que não havia pássaros. Como não havia água estava cheio de sede, não conseguia voar e estava exausto.
Viu ao longe um aeroporto e havia um avião que iria partir daí a dez minutos. Pensou para si próprio:
- É desta que estou salvo!
- Quando lá chegou transformou-se em homem para não o reconhecerem.
- Chegaram ao vosso destino - disse o piloto. Quando saiu do avião viu uma placa a dizer: «Paris». Ficou impressionado, porque podia ir ver a Torre Eiffel.

 

 

Dramatização da História inventada pelos alunos de Centro de Figueiras

A Casa Assombrada
 

 

 

 

 

 

 

Na ilha longínqua de Horribilândia, vivia, assombrosamente feliz, uma família muito especial.
A sua casa ficava situada numa colina cinzenta virada para o mar, que naquela ilha, tinha um ar sujo e uma cor esverdeada.
Os habitantes da velha mansão estavam habituados à solidão da ilha e não gostavam nada de receber visitas. Muito menos, quando as visitas eram inesperadas.
Ora, um dia, um estranho acontecimento veio abalar a vida pacata daquela horrível família, apareceu um rato que foi para a cozinha e depois o rato transformou-se num monstro, porque o rato bebeu uma poção magica. E o filho perguntou ao seu pai:
-Pode ser o nosso animal de estimação?
-Sim porque ele é muito fofinho! -respondeu o pai.
Mas ele não era nada fofinho, era grande, tinha grandes bigodes, era tão horrivel e peludo.
Um dia um menino chamado Bruno perdeu-se e bateu à porta da casa assombrada. E o rato monstro abriu-lhe a porta e perguntou-lhe :
 Quem és tu?
 Eu sou o Bruno, e tu quem és? É que és tão estranho, és tão peludo, tão feiii...
O rato não estava a gostar da conversa, felizmente apareceu o Kreque, o dono do rato que disse:
 Não o comas tenho aqui um docinho para ti. O rato dirigiu-se de imediato para o seu dono.
 Lindo menino agora vai para a tua casota, afinal tenho que dar atenção à nossa visita.
 Quem és tu? O que queres? De onde vens? Sabes os meus pais não gostam de visitas, sobretudo de visitas inesperadas, é melhor ires embora antes que te vejam...
 Espera preciso de ajuda. Eu sou o Bruno e estou perdido.
 Está bem, vou ajudar-te, mas como está de noite é melhor dormires cá.
 Está bem, obrigado.
 Mas os meus pais não podem descobrir, ficas escondido no meu quarto.
O Bruno foi subindo para o quarto que ficava no segundo piso e foi olhando para a decoração, era medonha, nas paredes estavam quadros de vampiros, as estátuas eram esqueletos, o corrimão das escadas parecia feito de ossos.
- Chegamos este é o meu quarto, espero que gostes da decoração!
- Bem não é bem o meu estilo, apesar de gostar de monstros.
O quarto estava cheio de gravuras de monstros. O Bruno estava um pouco assustado, mas sempre era melhor ficar ali a dormir do que na rua e o Kreque apesar de um pouco estranho, parecia simpático. O Kreque desceu para jantar e disse aos pais que estava cheio de fome, mas se podia comer no quarto e queria dois pratos. A comida era baba de sapo com legumes e carne de gaivota e a bebida era sangue. O Bruno quando olhou para aquela comida perdeu o apetite, mas não queria ser indelicado e fez um esforço para comer, pois precisava da ajuda do Kreque. Depois eles foram dormir. Durante a noite, ele foi a casa de banho e viu fantasmas a sair de fotos muito velhinhas, o Bruno fugiu para o quarto e não conseguia adormecer, estava a tremer cheio de medo. O Kreque acordou e perguntou o que o Bruno tinha e ele disse-lhe que tinha ido à casa de banho e que tinha visto fantasmas a sair das fotos. O Kreque explicou-lhe que eram os familiares dele e que não faziam mal até o ajudavam, pois durante a noite limpavam a casa, eles gostavam de estar ocupados.
- Vem comigo vou te apresentar alguns, até pode ser que te ajudem a sair desta ilha.
- Não sei se é boa ideia, eles podem não ficar contentes com a minha presença aqui.
- Estás a ser medricas, tens de te habituar à presença deles, eles pertencem a esta casa.
- Então esta casa é assombrada?! Como é que vim cá parar?
- Não sei, mas vamos descobrir o meu tetravô pode ajudar-nos, confia em mim.
Os meninos foram ter com o tetravô.
- Querem alguma coisa? Vejo que trazes um amigo!
 O meu amigo está perdido e precisa da tua ajuda.
 O que estavas a fazer quando vieste cá parar?
 Estava a jogar computador ao jogo da casa assombrada e não me lembro de mais nada.
 Tu carregaste nas teclas a s F1 e entraste no jogo.
 Como posso sair do jogo?
 O Kreque tem de te emprestar o seu computador e tens de ir ao nível dez e lutar contra o Sangrento Vampiro e ganhar.
O Bruno começou a jogar, não estava a ser fácil e o Bruno estava com medo de perder. Se perdesse nunca mais voltaria para casa. Depois de muito tempo, o Bruno conseguiu ganhar e voltou para casa. Nunca mais quis jogar ao jogo da casa assombrada e já não passava tanto tempo a jogar computador, afinal brincar com os amigos ao ar livre é muito mais divertido.

Todos os alunos da EB1 de Centro de Figueiras
 

 

Teatro de Sombras da História:
“Maria Castanha”realizado pelos alunos da EB1 de Nova de Figueiras

 

 

 

 

O céu já estava todo cinzento e quase nunca aparecia o Sol, mas não chovia os meninos iam brincar para o jardim.
Um jardim muito grande e bonito, com uma grade pintada de verde toda em volta, de modo que não havia perigo de os automóveis entrarem e atropelarem os meninos que corriam e brincavam à vontade, de muitas maneiras: uns andavam nos baloiços e nos escorregas, outros deitavam pão aos patos do lago, outros metiam os pés entre as folhas secas e faziam-nas estalar – crac, crac – debaixo das botas, outros corriam de braços abertos atrás dos pombos, que se levantavam e fugiam, também de asas abertas.
Era bom ir ao jardim.E mesmo sem haver Sol, os meninos sentiam os pés quentinhos e ficavam com as bochechas encarnadas de tanto correr e saltar. Uma vez apareceu no jardim uma menina diferente: não tinha as bochechas encarnadas, mas uma carinha redonda, castanha, com dois grandes olhos escuros e brilhantes.
- Como te chamas ? - perguntaram – lhe.
- Maria. Às vezes chamam–me Maria Castanha.
- Que engraçado, Maria Castanha! Queres brincar?
- Quero.
Foram brincar ao jogo do apanhar.
A Maria Castanha corria mais do que todos.
- Quem me apanha? Ninguém me apanha!
- Ninguém apanha a Maria Castanha!
Ela corria tanto. Corria tanto que nem viu o carrinho do vendedor de castanhas que estava à porta do jardim, e foi de encontro a ele.
Pimba! O saco das castanhas caiu e espalhou–as todas à reboleta pelo chão.
A Maria Castanha caiu também e ficou sentada no meio das castanhas.
- Ah, minha atrevida! - gritou o vendedor de castanhas todo zangado.
- Foi sem querer. - disse a Maria Castanha.
- Foi sem querer. - explicaram os outros meninos.
- Eu ajudo a apanhar tudo! – disse a Maria Castanha, de joelhos a apanhar as castanhas caidas.
E os outros ajudaram também.
Pronto. Ficaram as castanhas apanhadas num instante.
- Onde estão os teus pais? - perguntou o vendedor de castanhas à Maria Castanha.
- Foram à procura de emprego.
- E tu?
- Vinha à procura de amigos.
- Já encontraste: nós somos teus amigos. - disseram os meninos.
- Eu também sou! – disse o vendedor de castanhas.
E pôs a mão nos cabelos da Maria Castanhas, que eram írriçados e fofinhos como a lã dos carneirinhos novos.
Depois, disse:
- Quando os amigos se encontram é costume fazer uma festa. Vamos fazer uma festa. Gostam de castanhas?
- Gostamos! Gostamos! - gritaram os meninos.
- Não sei. Nunca comi castanhas; na minha terra não há – disse a Maria Castanha.
- Pois vais saber como é bom.
E o vendedor deitou castanhas e sal dentro do assador e pô – lo em cima do lume.
Dali a pouco as castanhas estavam...Tau!Tau!
- Ai, são tiros? - assustou–se a Maria Castanha, porque havia uma terra onde havia guerra.
- Não tenhas medo. São as castanhas a estalar com o calor.
Do assador subiu um fumozinho azul-claro a cheirar bem.
E azuis eram agora as castanhas assadas e muito quentes que o vendedor deu à Maria Castanha e aos seus amigos.
- É bom, é ! – ria-se a Maria Castanha a trincar as castanhas assadas.
Se me quiseres ajudar podes comer castanhas todos os dias. Sabes fazer cartuchus de papel?
A Maria Castanha não sabia, mas aprendeu.
É ela quem enrola o papel de jornal para fazer cartuchinhos onde o vendedor mete as castanhas que vende aos fregueses à porta do jardim.
Retirado do livro:
“Contos do jardim” Maria Isabel Mendonça Soares - Verbo

 

 

Leitura do livro: O Principezinho de Antoine de Saint-Exupéry
realizada pelos alunos da EB1 de Nova de Figueiras, dessas leituras resultaram os seguintes trabalhos:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Enviado por BE_Colmeias às 20:27
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